terça-feira, 19 de outubro de 2010
Um ano depois, DDA tem 4,8 milhões de usuários e 180 milhões de boletos emitidos
19/10/10 - 16h58
InfoMoney
SÃO PAULO – Um ano após seu lançamento, o DDA (Débito Direto Autorizado) registra 4,8 milhões de usuários cadastrados, segundo balanço da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), divulgado nesta terça-feira (19).
No período, o sistema já emitiu eletronicamente 180 milhões de boletos, que são apresentados aos clientes bancários pela internet, caixa eletrônico ou telefone. Considerando que os bancos emitem entre 1,8 bilhão e 2 bilhões de boletos anualmente, o DDA chega a representar o equivalente a 10% do volume de cobranças.
Por dia, são emitidos em média 864,7 mil boletos - a média em outubro de 2009 era de 259,9 mil boletos eletrônicos diários.
Usuários
No dia em que foi lançado, o sistema já possuía 1 milhão de clientes previamente cadastrados pelos bancos. Em seis meses (abril de 2010), 3,4 milhões de usuários já haviam se registrado.
Os atuais 4,8 milhões de usuários correspondem a 15% de todos os clientes de bancos que movimentam sua conta pela internet e 5% do total de correntistas. “Nossa meta é cadastrar 50% dos clientes que movimentam sua conta por meios eletrônicos no DDA nos próximos quatro anos”, declarou o membro do comitê gestor do DDA, Leonardo Ribeiro, segundo a Agência Brasil.
Atualmente, um boleto bancário leva em torno de oito dias entre o pedido de emissão na empresa cobradora, o registro e emissão no banco, a impressão, postagem, entrega ao pagador e o pagamento. Com o DDA, segundo a Febraban, o ciclo pode ser encerrado em dois dias, com a emissão, registro, disponibilização ao pagador e liquidação.
Dificuldades
Ribeiro disse que, atualmente, não são todas as contas que podem ser pagas pelo sistema. As concessionárias de serviços de água e luz, por exemplo, ainda não podem usar o sistema eletrônico por questões técnicas. A Febraban, entretanto, informou que já está estudando uma forma de incluir as cobranças dessas companhias no DDA.
Apesar do alto número de boletos emitidos, muitos clientes cadastrados se queixam de continuar continuar recebendo boletos em papel, pelos Correios. De acordo com a Febraban, isso continuará acontecendo enquanto o nível de adoção pelas empresas cobradoras permanecer baixo.
Fonte: www.infomoney.com.br
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
SWU - Começa com você!

segunda-feira, 4 de outubro de 2010
ECONOMIA DESCOMPLICADA
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
ELEIÇÕES 2010

MESÁRIO E ELEITOR: PARTES INVIOLAVEIS DA DEMOCRACIA
Por Fábio Lopes
Especial para o Jornal da Manhã de Marília - SP
Em todo período eleitoral, faço minhas reflexões em torno do processo democrático de nosso país, criando um paralelo entre o meu feliz direito e dever de votar e o meu feliz exercício de mesário.
Como todos sabem, o mesário é peça de suma importância à democracia. Em poucas e objetivas palavras, o mesário é o braço do juiz eleitoral.
O eleitor é o verdadeiro presidente da república. É através do voto que ele toma a decisão de como deseja a forma de governo de seu país, à luz das propostas apresentadas pelo seu candidato e respectivo partido político.
O mesário tem a função de prevalecer com autoridade a ordem e o exercício da democracia em sua seção eleitoral, oferecendo toda a estrutura e segurança para que cada eleitor manifeste a sua consciência política através do voto. Mesmo com funções distintas: presidente, 1º e 2° mesário e secretários, todos os convocados trabalham nesses mesmos objetivos.
Por que prevalecer a ordem? Muito além da coleta de votos, o mesário também é agente fiscalizador, impedindo em sua seção, crimes como “boca de urna”.
A consciência do voto não começa exatamente quando o eleitor se encontra diante de uma urna receptora, mas a partir de seu primeiro contato com os mais variados candidatos e suas propostas, seja no rádio, na televisão, internet, nos impressos entregues pelos cabos eleitorais, seja nas faixas e placas espalhadas pela cidade ou até mesmo na presença pessoal do(a) candidato(a).
Ouvir as propostas dos candidatos possibilita conciliá-las aos valores que desejo para o meu Brasil, grande critério decisivo para a escolha daqueles(as) que representarão o povo nos poderes executivo e legislativo em suas respectivas esferas estadual e federal.
Nesse paralelo, é necessário que o mesário receba todas as instruções, orientações e apoio da Justiça Eleitoral para que o exercício da democracia seja preservado e garantido. Pois, a livre e consciente escolha do eleitor é direito inviolável e o cidadão precisa manifestar o seu desejo através do voto. Qualquer forma de influência que possa violar esse direito deve ser interpretada como crime.
A decisão do eleitor é valiosa para uma nação próspera. Também é importante frisar que o eleitor é maior responsável pelos políticos existentes. Bons ou ruins, certos ou errados (não cabe a esse artigo fazer qualquer julgamento), é pela escolha do povo que eles estão no poder. Não se pode haver ingenuidade no voto.
Por que eleger alguém que possuí irregularidades? A transparência é elemento primordial da democracia. Damos destaque à campanha Ficha Limpa que proporcionará uma justa e maior consciência nestas eleições.
A vida pública se constitui de respeito, seriedade e compromisso, da mesma forma que também são essas as virtudes de um eleitor e mesário durante as suas funções particulares nas eleições.
Concluindo esse paralelo, mesário e eleitor são partes invioláveis da democracia. E sinto-me honrado de poder exercer esses vitais exercícios para o meu Brasil. Conduzir o processo eleitoral aumenta a certeza de que somos, inquestionavelmente, responsáveis por uma nação melhor.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Felicidade pode virar lei. O que você acha?
PEC apresentada no Senado pretende inserir na Constituição, junto a garantias sociais – como educação, saúde e emprego – o direito de ser feliz. Proposta gera dúvidas sobre seu efeito prático.Por Redação Administradores, www.administradores.com.br
Imagem: Blog Grupo Foco
No início desse mês de julho, foi protocolada no Senado a Proposta de Emenda Constitucional apelidada de PEC da Felicidade. Apresentado pelo senador Cristovam Buarque (PDT-DF), o projeto quer alterar o artigo 6º da Constituição, que trata dos direitos sociais da população. O objetivo é incluir entre garantias como educação, saúde e trabalho, o quesito "felicidade".
Segundo Cristovam Buarque, a proposta partiu de um grupo de artistas e intelectuais, e, se vingar, "pode gerar uma revolução no país". O movimento + Feliz – que, em seu site (www.maisfeliz.org), estampa fotos de nomes famosos, como Patrícia Pillar, Daniel e Toni Garrido, vestindo a camisa da campanha – encampa a ideia, contando com a adesão de grandes empresas nacionais e internacionais dos setores industrial, comercial e de serviços.O movimento, que foi articulado por uma agência de publicidade, denomina-se "apartidário e não governamental que nasceu de uma simples ideia, estruturadora de um grande sonho: quanto maior o esforço e envolvimento de todos para a melhoria da educação no país, mais feliz será nossa sociedade".
O que é felicidade?
O Movimento +Feliz considera que através da valorização do "capital social" o Brasil pode alcançar um novo patamar de qualidade de vida, e coloca a educação como o primeiro ponto a ser levado em conta na busca por uma sociedade feliz. No entanto, muitas questões surgiram acerca do conceito de felicidade, que é bastante subjetivo, e foram levantadas algumas dúvidas sobre a real validade, na prática, da proposta apresentada pelo senador Cristovam Buarque.
Em matéria do Diário do Grande ABC, o professor e cientista político Marco Antônio Teixeira, da Fundação Getúlio Vargas, diz que a questão dificilmente terá efeito prático, pois considera que a felicidade depende de um conjunto de fatores que fogem ao domínio do Estado.
Cristovam Buarque afirma que, com a proposição, "visa humanizar o Direito, que ficou frio e se tornou uma coisa da racionalidade, perdendo o sentimento que deveria ter".
E você, o que acha da PEC: terá algum efeito prático?


