quinta-feira, 22 de julho de 2010

Felicidade pode virar lei. O que você acha?

PEC apresentada no Senado pretende inserir na Constituição, junto a garantias sociais – como educação, saúde e emprego – o direito de ser feliz. Proposta gera dúvidas sobre seu efeito prático.

Por Redação Administradores, www.administradores.com.br
Imagem: Blog Grupo Foco

No início desse mês de julho, foi protocolada no Senado a Proposta de Emenda Constitucional apelidada de PEC da Felicidade. Apresentado pelo senador Cristovam Buarque (PDT-DF), o projeto quer alterar o artigo 6º da Constituição, que trata dos direitos sociais da população. O objetivo é incluir entre garantias como educação, saúde e trabalho, o quesito "felicidade".

Segundo Cristovam Buarque, a proposta partiu de um grupo de artistas e intelectuais, e, se vingar, "pode gerar uma revolução no país". O movimento + Feliz – que, em seu site (www.maisfeliz.org), estampa fotos de nomes famosos, como Patrícia Pillar, Daniel e Toni Garrido, vestindo a camisa da campanha – encampa a ideia, contando com a adesão de grandes empresas nacionais e internacionais dos setores industrial, comercial e de serviços.O movimento, que foi articulado por uma agência de publicidade, denomina-se "apartidário e não governamental que nasceu de uma simples ideia, estruturadora de um grande sonho: quanto maior o esforço e envolvimento de todos para a melhoria da educação no país, mais feliz será nossa sociedade".

O que é felicidade?

O Movimento +Feliz considera que através da valorização do "capital social" o Brasil pode alcançar um novo patamar de qualidade de vida, e coloca a educação como o primeiro ponto a ser levado em conta na busca por uma sociedade feliz. No entanto, muitas questões surgiram acerca do conceito de felicidade, que é bastante subjetivo, e foram levantadas algumas dúvidas sobre a real validade, na prática, da proposta apresentada pelo senador Cristovam Buarque.

Em matéria do Diário do Grande ABC, o professor e cientista político Marco Antônio Teixeira, da Fundação Getúlio Vargas, diz que a questão dificilmente terá efeito prático, pois considera que a felicidade depende de um conjunto de fatores que fogem ao domínio do Estado.

Cristovam Buarque afirma que, com a proposição, "visa humanizar o Direito, que ficou frio e se tornou uma coisa da racionalidade, perdendo o sentimento que deveria ter".

E você, o que acha da PEC: terá algum efeito prático?

quinta-feira, 15 de julho de 2010

COOPERATIVISMO - O avanço para uma economia justa!

Responsabilidade Social - Sustentabilidade

A sustentabilidade está enraizada no dever de cada um em transformar o mundo para melhor.

Não basta pensar, é preciso fazer acontecer. Se sonhar, realize. Se pensar, faça. Se você quer, você pode!
Esse vídeo é um apresentação institucional do Sesi Sustentabilidade.

Empreendedorismo No Jornalismo Brasileiro!

Revolucionando a TV: Tiago Leifert dá um tapa na estrutura do Globo Esporte e mostra a nova cara do jornalismo esportivo.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

DIA DO TRABALHO

TRABALHO: RAZÃO DO MEU SER


O trabalho é a força que dignifica e edifica o homem. Pois, o trabalho é o alicerce dos sonhos, objetivos, satisfações e ganhos. Sem o trabalho, o homem perde a sua identidade e a sua razão de existir.

Quando falamos em “satisfação” e “ganho” no trabalho, não podemos restringir tais palavras apenas ao salário, remuneração e/ou benefícios. Mas, sobretudo, na grande missão que se tem a cumprir. Pois, nenhum de nós nasce do acaso e não podemos ver o trabalho apenas como “o mal necessário” para o sustento financeiro. Quem pensa ou vive assim está, definitivamente, sufocando a sua existência e a sua própria missão a cumprir.

Também não seremos ingênuos em desvalorizar a importância do salário. Mas, a consciência salarial, muitas vezes, está atrelada a falta de orientação de consumo. Hoje, o mercado oferece incontáveis formas de compras, atingindo diretamente as necessidades e desejos do ser humano. E quando fazemos da vida apenas um meio de consumo, muitas vezes, caímos no problema de interpretar erroneamente o valor do salário. Pois, é relativo mensurar valores em “quanto se faz” com “quanto se ganha”. O homem é um ser insatisfeito por natureza. Quanto mais tem, mais quer ter.

Do mesmo modo, não podemos deixar de frisar que as condições de trabalho devem proporcionar ao homem dignidade e preservação à sua vida. Ainda existe por aí muitos trabalhos que coloca o homem em condições desumanas, gerando dano físico, psicológico e moral.

Infelizmente, em países cujo trabalho se tornou apenas o único motivo em que o individuo precisa para o seu sustento, muitas pessoas enxergam o dia 1º de maio como uma data ou feriado sem grandes motivos para celebrar. Mas, tenhamos um olhar diferente ao lembrarmos de tantas pessoas que lutaram por melhores condições de trabalho e foi pela braveza delas que hoje temos leis trabalhistas em defesa de um povo que é protagonista do progresso de seu país.

Celebre esse 1º de maio com as grandes razões que faz de você um grande trabalhador. Olhe para trás e veja o que você já fez. Olhe o agora e veja o que você está fazendo. Olhe para frente e veja o amanhã que te espera. Há motivos para você celebrar esse dia, porque hoje é o dia da sua existência.

O prazer que move o homem a ser feliz em seu trabalho é a razão e a motivação naquilo que se faz. E ser feliz é fazer acontecer. O mundo gira pela força do trabalho.

Produzir é uma arte que gera na alma do homem o gosto pela vida. O trabalho direciona a mente humana a pensar, criar, transformar, realizar e crescer, independente de seu ofício.

Não cabe aqui fazer uma escala de valores sobre qual o trabalho é mais importante, mas como seria a nossa saúde sem os médicos e enfermeiros? Como seria a formação de nossas crianças, jovens e adultos sem os professores? Como existiria nossos lares sem arquiteto, engenheiro e construtor? Como teríamos alimentos em nossas mesas sem os agricultores? Como faríamos a manutenção periódica em nossos veículos sem os mecânicos? E o pão de cada dia sem os padeiros? Justiça sem advogados, promotores e juízes? Como seríamos informados sem os jornalistas?

Como seria a sua vida sem trabalho?


Artigo de minha autoria publicado no Editorial do Jornal da Manhã de Marília em 01/05/2010 em decorrência da celebração do "Dia do Trabalhador".

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

A importância do Trabalho Voluntário



A importância do Trabalho Voluntário

O trabalho voluntário é muito mais do que atender uma necessidade imediata, o ato se reveste de um ideal maior: o ideal da busca de alternativas para mudar algo que não está bem, com o propósito de transformar a realidade em que vive, ele e seu semelhante.
Segundo conceito da ONU ( Organização das Nações Unidas ), “ Voluntário é toda pessoa que, devido ao seu interesse pessoal dedica parte do seu tempo, sem remuneração alguma, a diversas formas de atividades, organizadas ou não, de bem-estar social ou em outros campos ”.
Em tempos de disparidades tão grandes, entre os poucos que têm e os muitos que não têm, de suma importância se faz o trabalho voluntário, torna-se este a colher que vai construir uma sociedade mais justa, onde cada um à medida que pode, se propõe junto o seu semelhante, resgatar direitos e buscar a efetiva cidadania, construindo uma sociedade com direitos e distribuição de valores de forma igualitária.
Nos últimos anos a prática do trabalho voluntário tem se ampliado de forma positiva e considerável, mas não o bastante. Há muito a ser feito, muito campo a ser desbravado onde a desigualdade social é grande, o desemprego, a violência e a falta de assistência, nos confrontam a cada dia. A realidade bate a nossa porta, e não podemos cerrar os olhos a ela.
O Estado já não pode atender com qualidade e como deveria à toda a população que dele necessita, e é nossa responsabilidade também, buscar alternativas para que ocorra as mudanças necessárias.
Em princípio, pode-se pensar que somente pessoas com um alto grau de capacitação pode desenvolver algum tipo de trabalho voluntário, pensamento equivocado; qualquer um pode desenvolver à seu modo algum tipo de atividade, da dona de casa que pode dedicar parte do seu tempo ao auxiliar uma creche ou ensinando economia doméstica a jovens inexperientes, ao médico, advogado etc...

A importância do trabalho de cada voluntário
Nos bairros e comunidades, nos grupos de auto-ajuda e nos clubes, nas igrejas, nas associações culturais e esportivas, nas instituições sociais e nas empresas, um número imenso de pessoas ajudam umas às outras e ajudam a quem está em situação mais difícil. Ao doarem sua energia e sua generosidade, os voluntários estão respondendo a um impulso humano básico: o desejo de ajudar, de colaborar, de compartilhar alegrias, de aliviar sofrimentos, de melhorar a qualidade da vida em comum. Compaixão e solidariedade, altruísmo e responsabilidade são sentimentos profundamente humanos e são também virtudes cívicas.

Ao nos preocuparmos com a sorte dos outros, ao nos mobilizarmos por causas de interesse social e comunitário, estabelecemos laços de solidariedade e confiança mútua que nos protegem em tempos de crise, que tornam a sociedade mais unida e fazem de cada um de nós um ser humano melhor. Pelos benefícios que traz para o próprio voluntário, para as pessoas com quem o voluntário se relaciona, para a comunidade e a sociedade como um todo, é que o voluntariado merece ser valorizado, apoiado, divulgado e fortalecido.

Onde agir
As formas de ação voluntária são tão variadas quanto à criatividade do voluntário e as necessidades da comunidade.
Veja como você pode participar e onde pode desenvolver suas ações. Se você acha que a ação de que você participa não se enquadra na listagem abaixo, vamos criar, com a sua ajuda, mais um elo nesta rede.
Existem ações voluntárias:
• Nas igrejas
• Nos bairros e nas comunidades populares (ajuda mútua)
• Nos grupos de auto-ajuda
• Nos clubes de serviços
• Em programas promovidos por empresas
• Nas comunidades de origem
• Nas associações profissionais
• Nos hospitais e outras instituições que trabalham na área da saúde
• Nas instituições e programas de melhoria da educação
• Nas instituições de ajuda a crianças
• Nas instituições e programas voltados para as pessoas portadoras de necessidades especiais
• Nas instituições e programas que trabalham com pessoas da terceira idade
• Nos grupos e associações de jovens
• Nos grupos e organizações de preservação do meio ambiente
• Nos grupos e organizações de defesa de direitos
• Nos grupos e movimentos de luta contra a violência
• Nos clubes e associações esportivas
• Nos grupos e associações culturais e de defesa do patrimônio
• Nos movimentos de luta contra a pobreza
• Em iniciativas de ajuda mútua e prestação de serviço através da internet
• Em programas promovidos por órgãos governamentais nos níveis federal, estadual e municipal

10 dicas sobre voluntariado
1. Todos podem ser voluntários
Não é só quem é especialista em alguma coisa que pode ser voluntário. Todas as pessoas tem capacidades, habilidades e dons. O que cada um faz bem pode fazer bem a alguém.
2. Voluntariado é uma relação humana, rica e solidária
Não é uma atividade fria, racional e impessoal. É relação de pessoa a pessoa, oportunidade de se fazer amigos, viver novas experiências, conhecer outras realidades.
3. Trabalho voluntário é uma via de mão dupla
O voluntário doa sua energia e criatividade mas ganha em troca contato humano, convivência com pessoas diferentes, oportunidade de aprender coisas novas, satisfação de se sentir útil.
4. Voluntariado é ação
Não é preciso pedir licença a ninguém antes de começar a agir. Quem quer, vai e faz.
5. Voluntariado é escolha
Não há hierarquia de prioridades. As formas de ação são tão variadas quanto as necessidades da comunidade e a criatividade do voluntário.
6. Cada um é voluntário a seu modo
Não há fórmulas nem modelos a serem seguidos. Alguns voluntários são capazes, por si mesmos, de olhar em volta, arregaçar as mangas e agir. Outros preferem atuar em grupo, juntando os vizinhos, amigos ou colegas de trabalho. Por vezes é uma instituição inteira que se mobiliza, seja ela um clube de serviços, uma igreja, uma entidade beneficente ou uma empresa.
7. Voluntariado é compromisso
Cada um contribui na medida de suas possibilidades mas cada compromisso assumido é para ser cumprido. Uns têm mais tempo livre, outros só dispõem de algumas poucas horas por semana. Alguns sabem exatamente onde ou com quem querem trabalhar. Outros estão prontos a ajudar no que for preciso, onde a necessidade é mais urgente.
8. Voluntariado é uma ação duradoura e com qualidade
Sua função não é de tapar buracos e compensar carências. A ação voluntária contribui para ajudar pessoas em dificuldade, resolver problemas, melhorar a qualidade de vida da comunidade.
9. Voluntariado é uma ferramenta de inclusão social
Todos têm o direito de ser voluntários. As energias, recursos e competências de crianças, jovens, pessoas portadoras de deficiência, idosos e aposentados podem e devem ser mobilizadas.
10. Voluntariado é um hábito do coração e uma virtude cívica
É algo que vem de dentro da gente e faz bem aos outros. No voluntariado todos ganham: o voluntário, aquele com quem o voluntário trabalha, a comunidade.

“SE NÃO CONSEGUIR FAZER TUDO, FAÇA TUDO O QUE CONSEGUIR.”